Páginas

terça-feira, 30 de abril de 2013


Você sabe por que os vasos sanitários são quase todos iguais?

Entenda o motivo de a maioria dos vasos ainda ser feita com porcelana.
(Fonte da imagem: Thinkstock)
Apostamos que quase todos os banheiros que você já visitou contam com vasos sanitários feitos de porcelana. E alguma vez você se perguntou por que é que eles não são feitos de qualquer outro material? Afinal, o que não faltam por aí são novidades tecnológicas e novos materiais, então por que não dar uma inovada no bom e velho troninho?
De acordo com Rachel Swaby, que escreveu um interessante artigo para o siteGizmodo, embora não faltem novidades quando o assunto são os assentos — você já deve ter se sentado em modelos feitos de madeira, almofadados, com desenhos etc. —, existem várias razões para os vasos se manterem fiéis à tradicional porcelana.

Eficiência tradicional

Para serem eficientes, esses objetos devem ser capazes de “descarregar” dejetos, além de serem à prova d´água, resistentes e fáceis de higienizar. Além disso, eles são compostos por inúmeras partes complicadas e, dependendo do material, sua fabricação se torna inviável.
(Fonte da imagem: Thinkstock)
Imagine, por exemplo, um vaso sanitário feito de plástico. Além de ser complicado projetar todos os moldes que darão origem a um trono, esse material geralmente cede um pouco. Assim, quando a natureza chama abruptamente, você realmente desabaria sobre um objeto desses achando que ele pode se romper sob o seu... Peso?
O que dizer dos modelos de aço? Esses vasos são fáceis de limpar, impermeáveis, resistentes e, dependendo da decoração, até mesmo estilosos. Entretanto, eles são extremamente sensíveis à temperatura ambiente e, se você morar em alguma região fria, prepare-se para congelar o traseiro.

A imbatível e barata porcelana

A gigantesca maioria dos vasos é feita de porcelana porque ela atende a todos os requisitos necessários para tornar um trono eficiente. A matéria-prima utilizada — uma mistura de argila e água — é barata e facilmente manipulável. Depois de moldadas, as peças são levadas a um forno que as torna extremamente resistentes e duráveis. E, por último, as peças recebem uma camada de esmalte, para que fiquem impermeáveis e fáceis de higienizar.
Assim, quando você estiver meditando sobre o troninho, tentando imaginar por que é que todos eles são iguais, lembre-se de que às vezes, por mais que sejamos relutantes, o melhor mesmo é nos mantermos fiéis às tradições.
Fonte: Gizmodo

Vídeo mostra como as ondas sonoras reagem no espaço

A experiência, que faz parte de uma série educacional, pretende analisar o comportamento do som quando submetido a pouca gravidade.
A Estação Espacial Internacional — a mais de 400 quilômetros da Terra — foi o local escolhido para a realização de um experimento simples e, ao mesmo tempo, bastante interessante.

Para demonstrar a física do som na microgravidade (um ambiente quase zero-gravidade), o astronauta Don Pettit empregou itens que podemos ver comumente em nosso dia a dia — alto-falantes portáteis, um MP3 player e gotas de água.

O experimento faz parte da série educacional “Science off the Sphere” (A ciência fora da esfera), feita em colaboração com a Sociedade Americana de Física. O vídeo mostra como o som que sai do alto-falante age na água — fazendo com que partículas líquidas se soltem e saiam “voando” por ai.
Fonte: The Atlantic

Impressionante! 5 pizzas que vão acabar com a sua vida

São cinco receitas diferentes que abusam da gordura e das calorias — e podem parar o seu coração.

É difícil achar alguém que não goste de pizza, afinal, há sabores para todos os gostos. Mas o Tecmundo tem mais um desafio culinário para você: comer pelo menos uma dessas cinco pizzas assassinas!
O site PizzaDelivery — que trabalha com notícias e novidades sobre o famoso prato italiano — foi quem separou as receitas que você vai conferir. Será que o seu estômago e o seu coração dão conta?

Bacon Cheeseburger Pizza

(Fonte da imagem: Reprodução/Culturistas)
Essa receita não é tão nova, mas sempre vai estar na lista das pizzas mais espantosas do mundo. Começar é simples: você precisa de, no mínimo, duas pizzas para fazer o papel de pão. No recheio, você pode acrescentar mais pizzas inteiras, bacon, presunto, queijo, molho de tomate e um hambúrguer gigante.
Ao todo, são mais de 2 mil calorias. Ou seja, é praticamente o suficiente para você passar um dia inteiro sem comer mais nada.

Junk Food Pizza

(Fonte da imagem: Reprodução/IDreamPizza)
A pizza não é um dos pratos mais saudáveis do mundo, mas essa receita é para você ter a certeza disso. Você vai precisar de todos os “salgadinhos de festa” — como coxinha, risólis e bolinhas de queijo — que você conhece. Quando reunir todos eles, coloque-os em cima de uma pizza sabor calabresa.
Não é possível calcular a quantidade de calorias, mas você vai passar muito tempo tentando eliminar a enorme quantidade de gordura dessa receita.

Snack Bomb Pizza

(Fonte da imagem: Reprodução/FoodBeast)
Essa receita é, sem sombra de dúvidas, a mais fácil de ser feita. Compre a sua pizza favorita e jogue todos os salgadinhos de pacote que você mais gostar por cima dela. Não há regras e nem limites, só junte tudo. O sal e a gordura vão deixar tudo com um gosto bom — pelo menos é o esperado.

Happy Meal Pizza

(Fonte da imagem: Reprodução/MySanantonio)
Happy Meal é como os norte-americanos chamam o seu McLanche Feliz. Agora ficou fácil saber como essa receita é feita, não é? Você vai precisar de dois hambúrgueres, batata frita e muita criatividade. É só colocar tudo isso sobre uma pizza com um pouco de queijo e molho por cima.
É provável que você não continue muito feliz depois de comer tudo isso.

Japanese Mega Pizza

(Fonte da imagem: Reprodução/Asylum)
Os japoneses são bons em criar diversos produtos estranhos. E um deles é essa pizza. Ela tem a borda feita de salgadinhos de salsicha cobertos de queijo. No meio, há mini hambúrgueres, junto de muitos condimentos, tomate, batata palha, milho, ervilha e mais o que você quiser.
O primeiro desafio para essa receita é achar todos os ingredientes. Caso você consiga, boa sorte com a refeição — você vai precisar.
Fonte: PizzaDelivery

Obesidade pode ser tratada com implante cerebral

Novos estudos apontam que estímulos profundos em nosso cérebro podem ajudar quem é compulsivo por comida.
Obesidade pode ser tratada com implante cerebral
Os tratamentos para a obesidade têm melhorado com o passar do tempo e a doença é vista cada vez mais como uma epidemia. Se você está acima do peso e não consegue emagrecer mesmo depois de tentar vários métodos e até medicamentos, talvez os novos estudos sobre esse assunto possam ser úteis.
Uma pesquisa divulgada recentemente no The Journal of Neuroscience aponta como possível meio de tratamento para a obesidade um implante cerebral, que funciona por meio de uma espécie de marca-passo e envia sinais elétricos a áreas cerebrais específicas. Esses estímulos são capazes de causar a mesma sensação de saciedade que se tem após comer muito.

Testes

Fonte da imagem: Shutterstock
Pelo menos foi o que se observou em camundongos, nos primeiros testes. Os autores do estudo estão animados com os resultados e garantem que, uma vez que a experiência seja aplicada em humanos, poderá se tornar uma forma de tratamento contra a obesidade.
A técnica consiste em estimular profundamente toda a região cerebral, a fim de atingir as áreas relacionadas ao prazer e às recompensas. Os cientistas já advertem que esse tipo de estímulo é, na verdade, um tratamento para a obesidade, não uma cura, pois ajuda a regular fatores que fazem com que as pessoas exagerem na hora de comer.

Outras áreas

Fonte da imagem: Shutterstock
Se você acha que tratamentos por meio de estímulos cerebrais profundos são absurdos demais para virar realidade, saiba que esse tipo de método já é usado em pacientes que sofrem de Parkinson. Espera-se que essa terapia possa também ser utilizada para o controle de outras doenças como depressão, transtorno obsessivo compulsivo e anorexia.
Vale lembrar que esses tratamentos funcionam enquanto o paciente está com o implante. No caso dos ratos, a compulsão por comida voltou assim que a estrutura foi removida. E aí, você arriscaria?

Tony Stark tabajara: rapaz constrói réplica da armadura do Homem de Ferro

Fã recria fantasia super-realista do personagem da Marvel feita de espuma durante suas horas vagas.
Tony Stark tabajara: rapaz constrói réplica da armadura do Homem de Ferro
Se você é fã do Homem de Ferro e sempre sonhou em ter uma armadura igual à de Tony Stark, talvez o trabalho de Archie Whitehead sirva de inspiração para que você crie a sua. Segundo o pessoal do site Mashable, o rapaz — um estudante britânico de 17 anos — construiu uma réplica da roupa do personagem em sua própria casa, utilizando materiais acessíveis e relativamente fáceis de conseguir.
Archie decidiu criar a sua própria armadura depois de ler sobre um fã que havia construído uma com fibra de vidro. Porém, como o rapaz é um mero estudante — sem grana —, ele optou por utilizar espuma em sua obra-prima. Archie se baseou em imagens de referência e modelos que encontrou em fóruns sobre adereços e fantasias para produzir as peças que formam a armadura, que foram cortadas e esculpidas com a ajuda de uma faca.

Dedicação e paciência

Depois de ter todas as peças prontas, o rapaz caprichou no acabamento dos cantinhos e colou todas as partes, utilizando pequenos parafusos para as juntas. A espuma foi então selada com gel acrílico, para que fosse possível pintar a superfície e manter a armadura flexível. Por fim, tudo recebeu uma camada de pintura, e a única peça que não foi feita com espuma foi o capacete, que é de fibra de vidro.
O jovem demorou cerca de quatro meses para concluir o projeto — trabalhando todos os dias durante as suas horas vagas —, e o custo total da armadura foi de aproximadamente US$ 500 (perto de R$ 1 mil). O resultado final é incrível, e você pode conferir mais imagens da armadura de Archie a seguir:

1 – Peitoral

Fonte da imagem: Reprodução/Mashable

2 – Bota

Fonte da imagem: Reprodução/Mashable

3 – Capacete

Fonte da imagem: Reprodução/Mashable

4 – Acabamento

Fonte da imagem: Reprodução/Mashable

5 – Peças

Fonte da imagem: Reprodução/Mashable

6 – Resultado final

Fonte da imagem: Reprodução/Mashable

7 – Luzes

Fonte da imagem: Reprodução/Mashable

Monstro do mar: tubarão de 6 metros e 900 quilos é descoberto no México

Monstro marinho foi encontrado morto e pelo menos 50 pessoas trabalharam em seu resgate.
(Fonte da imagem: Reprodução/io9)
Um tubarão com 6 metros de comprimento e pesando mais de 900 quilos foi descoberto na costa do México. O monstro marinho foi encontrado já morto por pescadores, que se encarregaram de rebocá-lo para a Costa.
De acordo com reportagem exibida na GrindTV, a força de pelo menos 50 homens foi necessária para arrastar o tubarão para a areia. Os cientistas esperam obter amostras da espécie para estudo. O tamanho impressionante do tubarão é quase similar ao criado pelo diretor Steven Spielberg no filme “Tubarão”, sucesso nos cinemas na década de 70.

Caçadores de monstros oferecem R$ 1 mil para isca humana

A Associação de Caçadores de Assombração de Mariana, em MG, quer encontrar uma alma filantrópica que ajude a capturar a ameaça do Caboclo d’Água — o qual, dizem, matou pelo menos uma pessoa na região.
Caçadores de monstros oferecem R$ 1 mil para isca humana
A cidade de Mariana (MG), a 110 quilômetros de Belo Horizonte, é o que se poderia chamar de “pólo de monstruosidades”. Na verdade, a situação é tão dramática que o local conta atualmente com um grupo formado especificamente para dar conta da rica fauna sobrenatural do local.
Entretanto, mesmo a experiente Associação de Caçadores de Assombração de Mariana (Acam) tem tido problemas para capturar uma ameaça conhecida como Caboclo d’Água — monstro que, diz-se, matou um rapaz ao arrancar-lhe os testículos à margem do rio do Carmo. Isso levou os responsáveis a uma última tentativa: utilizar uma “isca humana” para tentar atrair o Caboclo para dentro de uma gaiola.
Naturalmente, ninguém esperaria que um sujeito em sã consciência topasse o empreendimento por pura inclinação filantrópica. Dessa forma, a Acam ofereceu um pagamento de R$ 1 mil para quem puder ficar lá acenando para uma ameaça que, diz-se, é algo entre um macaco, uma galinha e um lagarto.

Por sua conta e risco

Até o momento, três moradores de Mariana se apresentaram para o “bico”. Conforme disse o secretário da associação, Leandro Henrique dos Santos, em entrevista ao Terra, foi pedido a todos os voluntários um laudo médico “para ver quem tem melhores condições de saúde” para a empreitada.
Fonte da imagem: Reprodução/O Espeto
Ademais, para alguma eventualidade catastrófica durante a captura do Caboclo, o grupo pediu que a Prefeitura de Mariana disponibilizasse uma ambulância. É claro que os devidos “termos de compromisso” serão assinados antes de o “felizardo” entrar na gaiola. Constará em documento que o escolhido assume total responsabilidade por eventuais riscos à sua integridade física.
A gaiola a ser utilizada deve servir de abrigo à isca por um período de 24 horas. Naturalmente, há uma saída na parte superior da estrutura, projetada para que seja possível evadir-se, uma vez que o monstro tenha sido capturado.

Um chamariz extra para o Caboclo d’Água

Caso um imenso filé humano se debatendo em uma gaiola não seja o suficiente para atrair a monstruosidade, a Acam conta ainda com outro estratagema. Tanto a gaiola quanto a “isca humana” serão salpicadas com feromônios, o que, imagina-se, será capaz de criar um cenário irresistível para o Caboclo.
Fonte da imagem: Divulgação/O Espeto
De acordo com a Acam, diversas testemunhas relataram aparições do Caboclo d’Água em vários pontos da região — embora existam pelo menos três retratos falados da criatura. “Um senhor viu o bicho mamar nas vacas da fazenda dele. Tomou um susto e acabou morrendo”, disse Santos ao Terra.

Regras para o reconhecimento de monstruosidades

Embora a região de Mariana e cercanias seja bastante prolífica em criaturas bizarras, há, é claro, algumas regras para que o catálogo de uma nova monstruosidade seja incluído no rol de “Procurados” da Acam. Dessa forma, eventuais observadores devem ter em mente que, para o reconhecimento, é necessário:
  • Visualização por mais de uma pessoa, em diferentes épocas;
  • Comprovação de perturbação social, já que o grupo não persegue assombrações pacíficas;
  • Comprovação de fato real vinculado a assombração (boletim de ocorrência policial, atestado de atendimento médico, prova de ataque a humanos ou animais, como ferimentos e cadáveres); e
  • Descrição da assombração ou monstro para fazer um retrato-falado.